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Blog do CEAC - Centro Espírita Antônio Cruz


 Amigos diletos,

 
Alegria e paz!


Convidamos a mais um final de semana de atividades da Campanha Alimentos Para a Vida.  

  • Na sexta-feira, dia 27 de janeiro, a partir das 19h15min - estudo do Evangelho com o tema do mês, e reunião para acertarmos questões concernentes ao bom andamento da campanha;
 
  • Sábado, dia 28, a partir das 15h30min - arrumação das cestas básicas.
 
  • Domingo, dia 29, a partir das 06h45min - a atividade de encerramento, com todos os participantes, e o café da manhã.


O tema do Evangelho este mês, conforme o projeto pedagógico, será 
"Obediência e resignação", no Cap. IX, item 08, do E.S.E.
 
 
  
Que Jesus nos abençoe a todos 
 
Abraços afetuosos,
 


Leo


"Gentileza gera gentileza".



Escrito por Márcia às 22h32
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Escrito por Júlio (Julim) às 17h42
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Tema TE (Adultos) dias 22 e 23 de janeiro de 2012.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
TERAPIA ESPIRITUAL – T. E.
ESTUDO EM GRUPO DO EVANGELHO
CAPÍTULO XIII – ITEM 14 (Sugestão 02)


A BENEFICÊNCIA

OBJETIVO:

Esclarecer aos participantes sobre as diversas maneiras de se fazer a caridade, ressaltando a assistência espiritual que recebe todo aquele que, ao praticá-la, se torna instrumento de misericórdia de Deus para com os irmãos necessitados

DESENVOLVIMENTO:

19:10 – Distribuir cópias do texto (anexo1 – O Valor do Serviço) pedindo a todos que após a leitura, comentem o texto, extraindo dele o que consideram importante em relação ao tema da noite.
O evangelizador poderá anotar algumas expressões usadas pelos participantes para posterior reflexão com base no tema da noite.

19:35 - Encerrar a discussão com as seguintes perguntas: (Quais as condições que apresento hoje às influências dos bons Espíritos em relação ao bem que queiram fazer? Consigo perceber as suas indicações, interferências diante de uma situação que requeira a minha atenção imediata? Qual a minha posição diante do chamado incessante desses seres, em fazer o bem?)
 
9:50 – Os Espíritos superiores necessitam fazer o bem. A condição em que se apresentam a nós é sempre motivada pelo bem que possam promover em favor de todos, pois, necessitam disso, é como um alimento para eles pois têm fome de Deus e assim, procuram nos incentivar também à pratica do bem desinteressado e sempre voltado para transformação moral para melhor de todos nós.


19:55 - Prece final (Anexo 2 – Prece de Meimei). Entregar cópia para todos.

CONCLUSÃO: Por mais pobres, imperfeitos e cheios de dificuldades que sejamos, sempre poderemos praticar a caridade. Ela nos granjeará a assistência dos bons Espíritos e nos fará instrumentos da misericórdia de Deus, para amenizar o sofrimento de nossos irmãos.

 

 

 

(Anexo1)

O valor do serviço

Filipe, velho pescador de Cafarnaum, enlevado com as explanações de Jesus sobre um texto de Isaías, passou a comentar a diferença entre os justos e injustos, de maneira a destacar o valor da santidade na Terra.
O Mestre ouviu calmamente, e, talvez para prevenir os excessos de opinião, narrou, com bondade:
— Certo fariseu, de vida irrepreensível, atingiu posição de imenso respeito público. Passava dias inteiros no Templo, entre orações e jejuns incessantes. Conhecia a Lei como ninguém.
Desde Moisés aos últimos Profetas, decorara os mais importantes textos da Revelação.
Se passava nas ruas, era tão grande a estima de que se fizera credor, que as próprias crianças se curvavam, reverentes. Consagrara-se ao Santo dos Santos e fazia vida perfeita entre os pecadores da época. Alimentava-se frugalmente, vestia túnica sem mancha e abstinha-se de falar com toda pessoa considerada impura.
Acontece, todavia, que, havendo grande peste em cidade próxima de Jerusalém, um Anjo do Senhor desceu, prestimoso, a socorrer necessitados e doentes, em nome da Divina Providência.
Necessitava, porém, das mãos diligentes de um homem, através das quais pudesse trabalhar, apressado, em benefício de enfermos e sofredores.
Lembrou-se de recorrer ao santo fariseu, conhecido na Corte Celeste por seus reiterados votos de perfeição espiritual, mas o devoto se achava tão profundamente mergulhado em suas contemplações de pureza que não lhe sobrava o mínimo espaço interior para entender qualquer pensamento de socorro às vítimas da epidemia.
Como cooperar com o emissário divino, nesse setor, se evitava o menor contacto com o mundo vulgar, classificado, em sua mente, como vale da imundície?
O Anjo insistia no chamamento; contudo, a peste era exigente e não admitia delongas.
O mensageiro afastou-se e recorreu a outras pessoas amantes da Lei. Nenhuma, entretanto, se julgava habilitada a contribuir.
Ninguém desejava arriscar-se.
Instado pelas reclamações do serviço, o Enviado de Cima encontrou antigo criminoso que mantinha o propósito de regenerar-se. Através dos fios invisíveis do pensamento, convidou-o a segui-lo; e o velho ladrão, sinceramente transformado, não hesitou. Obedeceu ao doce constrangimento e votou-se sem demora, com a espontaneidade da cooperação robusta e legítima, ao ministério do socorro e da salvação.
Enterrou cadáveres insepultos, improvisou remédios adequados à situação, semeou o bom ânimo, aliviou os aflitos, renovou a coragem dos enfermos, libertou inúmeras criancinhas ameaçadas pelo mal, criou serviços de consolação e esperança e, com isso, conquistou sólidas amizades no Céu, adiantando-se de surpreendente maneira, no caminho do Paraíso.
Os presentes registraram a pequena história, entre a admiração e o desapontamento e, porque ninguém interferisse, o Senhor comentou, em seguida a longo intervalo:
— A virtude é sempre grande e venerável, mas não há de cristalizar-se à maneira de jóia rara sem proveito. Se o amor cobre a multidão dos pecados, o serviço santificante que nele se inspira pode dar aos pecadores convertidos ao bem a companhia dos anjos, antes que os justos ociosos possam desfrutar o celeste convívio.
E reparando que os ouvintes se retraíram no grande silêncio, o Senhor encerrou o culto doméstico da Boa Nova, a fim de que o repouso trouxesse aos companheiros multiplicadas bênçãos de paz e meditação, sob o firmamento pontilhado de luz.

(Anexo 2)

Prece de Meimei

Senhor, faze-me perceber que o trabalho do bem me aguarda em toda parte.

Não me consintas perder tempo através de indagações inúteis.

Lembra-me, por misericórdia, que estou no caminho da evolução com os meus semelhantes, não para consertá-los e sim para atender à minha própria melhoria.

Induze-me a respeitar os direitos alheios a fim de que os meus sejam preservados.

Dá-me consciência do lugar que me compete para que não esteja a exigir da vida aquilo que não me pertence.

Não me permitas sonhar com realizações incompatíveis com os meus recursos, entretanto, por acréscimo de bondade, fortalece-me para a execução das pequeninas tarefas ao meu alcance.

Apaga-me os melindres pessoais de modo que não  me transforme em estorvo diante dos irmãos, aos quais devo convivência e cooperação.

Auxilia-me a reconhecer que cansaço e dificuldade não podem converter-me em pessoa intratável, mas mostra-me, por piedade, quanto posso fazer nas boas obras usando paciência e coragem, acima de quaisquer provações que me atinjam a existência.

Concede-me forças para irradiar a Paz e o Amor que nos ensinaste.

E, sobretudo, Senhor, perdoa as minhas fragilidades e sustenta-me a fé para que eu possa estar sempre em Ti, servindo aos outros.

Colaboração: Marcélio, Evangelizador do TE.



Escrito por Júlio (Julim) às 23h25
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Tema TE (Adultos) dias 22 e 23 de janeiro de 2012.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
TERAPIA ESPIRITUAL – T. E.
ESTUDO EM GRUPO DO EVANGELHO
CAPÍTULO XIII – ITEM 14 (Sugestão 01)


A BENEFICÊNCIA


OBJETIVO:
Esclarecer os participantes sobre as diversas maneiras de se fazer a caridade, ressaltando a assistência espiritual que recebe todo aquele que, ao praticá-la, se torna instrumento da misericórdia de Deus para com os irmãos necessitados.

DESENVOLVIMENTO:
O evangelizador dirá aos participantes que tem um presente especial para cada um, vindo diretamente do Alto. Entregará, então, um bombom com um envelope colado. Em cada envelope haverá uma recomendação dos bons Espíritos, relacionada à caridade e à beneficência. A partir daí, cada um lerá a sua para o grupo, que discutirá a respeito.

Recomendações a serem distribuídas:
 
“Não basta rogar a intervenção do céu, em favor dos outros, com frases bem feitas, a fim de que venhamos a cumprir o nosso dever cristão. Antes de tudo, é necessário fazer a nossa parte, quanto nos seja possível, para que o bem se realize, de modo a entrarmos em sintonia com os poderes do bem eterno.”
Do livro Palavras de Vida Eterna. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
 
“(...) Tenhamos cuidado contra as tristezas e sombras esterilizadoras. Má vontade, queixas, insatisfação, leviandades, não integram o quadro dos trabalhos que o Senhor espera de nossas atividades no mundo. Mobilizemos nossos recursos com otimismo e não nos esqueçamos de que o Pai ama o filho que contribui com alegria.”
Pão Nosso – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Ed.: FEB.

“(...) Estender a mão e distribuir reconforto é iniciar a execução da virtude maior. Todas as potências do espírito, no entanto, devem ajustar-se ao preceito divino, porque há caridade em falar e ouvir, impedir e favorecer, esquecer e recordar. Tempo virá em que a boca, os ouvidos e os pés serão aliados das mãos fraternas nos serviços do bem supremo. (...)
Há pedras e espinheiros?
Fixa-te em Jesus e passa.”
 Pão Nosso – Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Ed.: FEB.

“(...) Distribui a beneficência do agasalho e do pão, evitando humilhar quem te recolhe os gestos de providência e carinho; contudo, não esqueças de estender a caridade do pensamento e da língua, para que o bálsamo do perdão anule o veneno do ódio e para que a força do esquecimento extinga as sombras de todo mal.”
 Do Livro O Espírito da Verdade. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

“Meus irmãos, se alguém fizer voltar ao bom caminho a algum de vós que se afastou para longe da verdade, saiba: - Aquele que fizer um pecador retroceder do seu erro (...) fará desaparecer uma multidão de pecados.”
Tiago, cap. 5, v.19-20.

“Ajuda com alegria de quem se honra com a faculdade de acrescentar as alegrias de que Deus dotou o Universo; sobretudo, não permitas que a oportunidade de auxiliar se deteriore em suas mãos. A dádiva retardada tem gosto de recusa, tanto quanto a refeição inaproveitada fere o equilíbrio do paladar..
Auxilia quanto, como onde e sempre que possas para o erguimento do bem comum. Não esperes que a desencarnação obrigue outros a distribuir aquilo que podes dar hoje, no amparo aos semelhantes, para a construção de tua própria felicidade, de vez que tudo aquilo que damos à vida, na pessoa do próximo, é justamente aquilo que a vida nos restitui.”
 
“Não retardes o bem”. Do Livro Estude e Viva, de Emmanuel e André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira


"Os pobres que buscamos podem morar perto ou longe de nós. Podem ser material ou espiritualmente pobres. Podem estar famintos de pão ou de amizade. Podem precisar de roupas ou do senso de riqueza que o amor de Deus representa para eles. Podem precisar do abrigo de uma casa feita de tijolos e cimento ou da confiança de possuírem um lugar em nossos corações." 
MADRE TEREZA DE CALCUTÁ


Fazer o contraponto entre os impulsos de caridade em tempos de catástrofes e a silenciosa caridade diária, ambas de singular importância. Ressaltar a significância dos pequenos gestos caridosos, muitas vezes desprezados, mas que podem preencher o nosso dia e nos tornar mais íntimos de Jesus.
Leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo (cap. XIII, item 14).
Reflexão acerca da mensagem “Melhorando Sempre”, de Emmanuel.
Apresentação da música “Caridade”, do grupo Raiz Coral.
Prece final.

CONCLUSÃO: Por mais pobres, imperfeitos e cheios de dificuldades que sejamos, sempre poderemos praticar a caridade. Ela nos granjeará a assistência dos bons espíritos e nos fará instrumentos da misericórdia de Deus, para amenizar o sofrimento de nossos irmãos.


MENSAGENS COMPLEMENTARES:

MELHORANDO  SEMPRE
Emmanuel
“Estamos orando a Deus para que não façais mal algum,
não para que simples-mente pareçamos aprovados, mas para que façais o bem...”
– Paulo.  (II CORÍNTIOS, 13:7).
 
Evidentemente, não podes garantir a felicidade do mundo que se encontra, de maneira constante, sob o impacto das lutas evolutivas que lhe orientam a marcha, entanto, ninguém está impedido de cultivar o trato de terra em que vive, amparando uma árvore amiga ou alentando uma flor.
Certo, não podes curar as chamadas chagas sociais, indesejáveis mas compreensíveis numa coletividade de espíritos imperfeitos quais somos ainda todos nós, em regime de correção e aperfeiçoamento, contudo, ninguém está impossibilitado de proceder honestamente e apoiar os semelhantes com a força moral do bom exemplo.
Sem dúvida, não podes socorrer a todos os enfermos que choram na Terra, entretanto, ninguém está proibido de atenuar a provação de um amigo ou de um vizinho, propiciando-lhe a certeza de que o amor não desapareceu dos caminhos humanos.
Indiscutivelmente, não podes sanar as dificuldades totais da família em que nasceste, todavia, ninguém está interditado, no sentido de ajudar a um parente menos feliz ou cooperar na tranqüilidade que se deve manter em casa.
Não te afastes da cultura do bem, sob o pretexto de nada conseguires realizar contra o domínio das atribulações que lavram no Planeta.
O Senhor nunca nos solicitou o impossível e nem nunca exigiu da criatura falível espetáculos de grandeza compulsória.
Conquanto existam numerosos desertos, a fonte pequenina corre, confiante, fecundando a gleba em que transita.
Não nos é facultado corrigir todos os erros e extinguir todas as aflições que campeiam nas trilhas da existência, mas todos podemos atravessar o cotidiano, melhorando a vida e dignificando-a, em nós e em torno de nós.
 
 Do livro Palavras de Vida Eterna. Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
 

Com caridade

“Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.” –
Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 16:14.)

Ainda existe muita gente que não entende outra caridade, além daquela que se veste de trajes humildes aos sábados ou domingos para repartir algum pão com os desfavorecidos da sorte, que aguarda calamidades públicas para manifestar-se ou que lança apelos comovedores nos cartazes da imprensa.
Não podemos discutir as intenções louváveis desse ou daquele grupo de pessoas; contudo, cabe-nos reconhecer que o dom sublime é de sublime extensão.
Paulo indica que a caridade, expressando amor cristão, deve abranger todas as manifestações de nossa vida.
Estender a mão e distribuir reconforto é iniciar a execução da virtude excelsa. Todas as potências do espírito, no entanto, devem ajustar-se ao preceito divino, porque há caridade em falar e ouvir, impedir e favorecer, esquecer e recordar. Tempo virá em que a boca, os ouvidos e os pés serão aliados das mãos fraternas nos serviços do bem supremo.
Cada pessoa, como cada coisa, necessita da contribuição da bondade, de modo particular.
Homens que dirigem ou que obedecem reclamam-lhe o concurso santo, a fim de que sejam esclarecidos no departamento da Casa de Deus, em que se encontram.
Sem amor sublimado, haverá sempre obscuridade, gerando complicações.
Desempenha tuas mínimas tarefas com caridade, desde agora.
Se não encontras retribuição espiritual, no domínio do entendimento, em sentido imediato, sabes que o Pai acompanha todos os filhos devotadamente.
Há pedras e espinheiros? Fixa-te em Jesus e passa.
 Do livro Pão Nosso. Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
MÚSICA
Caridade
Raiz Coral
Agora nós Vamos Cantar sobre o Décimo primeiro mandamento
que Deus nos deixou.
O Amor, a caridade e o uso dos dons em favor do nosso próximo.

Quando Jesus
Neste Mundo Andou
Nos Transmitiu
Uma Lição de amor
E Ao Ir Para o Céu
Quantos dons nos deixou
Descubra qual é o seu
Ao nos criar, dotou-nos com dons
E esses dons Ele vai nos pedir
Quando Ele voltar
Ele Vai nos Pedir
Descubra já o seu dom

A Caridade é um dom oh, sim é
Se voce pode cantar, cante já
Um instrumento tocar é louvar,
Falar de cristo a alguem é amar.

Mesmo que eu tenha talvez tantos dons
Que eu Fale línguas ou possa curar
Se o Amor me faltar para com meu irmão
Eu sei que nada serei
Pois o Amor Tudo sofre e crê
tudo espera e tudo suporta
E jamais morrerá
Pois Meu Cristo Provou
Que o dom supremo é o amor

Colaboração: Lorena, Evangelizadora do TE



Escrito por Júlio (Julim) às 23h22
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Tema TE (Adultos) dias 16 e 17 de janeiro de 2012.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
ESTUDO EM GRUPO DO EVANGELHO
CAPÍTULO XIII – ITEM 13
Sugestão - 01


A BENEFICÊNCIA

OBJETIVO:

Esclarecer aos participantes que a caridade é obrigação de cada um de nós e que todos podemos praticá-la, seja qual for a nossa condição social e econômica. Ressaltar que sua prática é fonte de satisfação interior e caminho que nos conduz a Deus.

DESENVOLVIMENTO:

O evangelizador distribuirá aos participantes, aleatoriamente, estrofes de poemas, com conteúdo ligado à caridade material e moral, à beneficência, ao amor e ao egoísmo. Solicitará, então, que cada um atribua um título à sua respectiva estrofe. Daí, o grupo comentará as estrofes e os títulos, procurando relacioná-los, ao final, com o texto do Evangelho.

Estrofes a serem distribuídas:

 
“A bondade me atrai
Ser feliz é meu destino
Sigo os passos de Deus-Pai
Vou além, não desanimo”

“Meu vizinho ali sedento
O meu prato aqui repleto
Se divido o alimento
Multiplico o afeto”

“Quando sirvo ao meu irmão
Vou mais perto de Jesus
Com amor no coração
Meu espírito reluz”

“Olhe bem no meu semblante
Eu sou mais que um maltrapilho
De você sou semelhante
Poderia ser seu filho”

“Eu nasci para esbanjar
Com paixões vivo melhor
Para quê compartilhar
Se vou mesmo é virar pó?”
 
“Minha voz no teu ouvido
Te acalma o coração
Teu olhar agradecido
Me transforma em teu irmão”

 “Pobre idoso no asilo
Tem a solidão no olhar
O meu peito aqui vazio
Pode ser seu novo lar”

 


“Leve sopro no ouvido
Bom conselho sussurrou
Ouça a doce voz do amigo
Que é do mundo o Salvador”

“O doente moribundo
Por que tanto se entristece?
Sua dor me toca fundo
Ofereço-lhe uma prece”

“Como posso perdoar
Por você eu só sofri
Essa dor me faz lembrar
O mal que desejo a ti”

 “Não me abala tua voz
Quando gritas contra mim
Eu sou manso e não feroz
Vivo bem melhor assim”

 


Sugestão: Ler as perguntas 642 e 643 de “O Livro dos Espíritos” e ouvir a opinião do grupo. Em seguida, apresentar as respostas trazidas pelo livro:
642. Para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal?
“Não; cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.”


643. Haverá quem, pela sua posição, não tenha possibilidade de fazer o bem?
“Não há quem não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar. Basta que se esteja em relações com os outros homens para que se tenha ocasião de fazer o bem, e não há dia da existência que não o ofereça, a quem não se ache cego pelo egoísmo, oportunidade de praticá-lo. Porque, fazer o bem não consiste, para o homem, apenas em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, todas as vezes que o seu concurso venha a ser necessário.”
Ler o Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XIII, item 13 e comentar em grupo.
Fazer o fechamento com a mensagem ESTÍMULO FRATERNAL. Mostrar como são recompensados e regozijados os benfeitores do Senhor.
Prece final.
CONCLUSÃO: Praticando todo o bem que estiver ao nosso alcance, experimentaremos as suaves alegrias da paz interior e seguiremos, mais rapidamente, à estrada que nos conduz a Deus.
MENSAGEM COMPLEMENTAR:

"ESTÍMULO FRATERNAL"


"O MEU DEUS, SEGUNDO AS SUAS RIQUEZAS, SUPRIRÁ TODAS AS VOSSAS NECESSIDADES EM GLÓRIA, POR CRISTO JESUS." - PAULO

Não te julgues sozinho na luta purificadora, porque o Senhor suprirá todas as nossas necessidades.

Ergue teus olhos para o Alto e, de quando em quando, contempla a retaguarda.

Se te encontras em posição de servir, ajuda e segue.

Recorda o irmão que se demora sem recursos, no leito da indigência.

Pensa no companheiro que ouve o soluço dos filhinhos, sem possibilidades de enxugar-lhes o pranto.

Detém-te para ver o enfermo que as circunstâncias enxotaram do lar.

Pare um momento, endereçando um olhar de simpatia a criancinha sem teto.

Medita na angústia dos desequilibrados mentais confundidos no eclipse da razão.

Reflete nos aleijados que se algemaram na imobilidade dolorosa.

Pensa nos corações maternos, torturados pela escassez de pão e harmonia no santuário doméstico.

Interrompe, de vez em quando, o passo apressado, a fim de auxiliares o cego que tateia nas sombras.

É possível, então, que a tua própria dor desapareça aos teus olhos.

Se tens braços para ajudar e cabeça habilitada a refletir no bem dos semelhantes, és realmente superior a um rei que possuísse o mundo de moedas preciosas, sem coragem de amparar a ninguém.

Quando conseguires superar as tuas aflições para criares a alegria dos outros, a felicidade alheia te buscará, onde estiveres, a fim de improvisar a tua ventura.

Que a enfermidade e a tristeza nunca te impeçam a jornada.

É preferível que a morte nos surpreenda em serviço, a esperarmos por ela numa poltrona de luxo.

Acende, meu irmão, nova chama de estímulo, no centro da tua alma, e segue além...

Sê o anjo da fraternidade para os que te seguem dominados de aflição, ignorância e padecimento.

Quando plantares a alegria de viver nos corações que te cercam, em breve as flores e os frutos da tua sementeira te enriquecerão o caminho.


MENSAGEM DE EMMANUEL
PSICOGRAFADA POR FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.

Colaboração: Lorena, evangelizadora do TE.



Escrito por Júlio (Julim) às 22h51
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Tema do TE (Infância e Jovens) para o dia 09/01/12

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
TERAPIA ESPIRITUAL – T. E. (INFÂNCIA E JOVENS)
ESTUDO EM GRUPO DO EVANGELHO
ROTEIRO 02 – Sugestão 01

Tema: Influência dos Espíritos

Objetivo: Reconhecer que todos somos passíveis à influência dos Espíritos, sejam eles bons ou maus, buscando na reforma íntima e no Evangelho os recursos que nos garantirão a assistência da espiritualidade superior.

Desenvolvimento:

- Dividir a turma em pequenos grupos, solicitando a cada grupo uma tarefa simples: pintar um desenho xerocopiado, montar um mosaico com papel picado, etc. Em cada grupo, em segredo, solicitar que um dos membros funcione como ‘laranja podre’- influenciar o grupo a não fazer o que foi pedido, agindo com displicência. Na falta de uma criança para desempenhar o papel, a evangelizadora poderá solicitar um trabalhador do TE para ajudá-la. A evangelizadora deverá ausentar-se da sala por alguns minutos.

- Combinar com o grupo um tempo para a realização da atividade.

- Ao final do tempo, a evangelizadora pedirá os resultados da atividade. Ao constatar o não cumprimento da mesma, a evangelizadora demonstrará seu desapontamento e apresentará a premiação que receberiam, caso tivessem cumprido tudo corretamente.

- Convidar a turma à rodinha, discutindo o que aconteceu. Eles deverão avaliar que foram negativamente influenciados por alguém, o que os impediu do completo cumprimento da tarefa.

- A partir do ocorrido, montar com eles, usando gravuras engraçadas previamente preparadas, um esquema explicativo da influenciação espiritual.

Avaliação:

- Ao montar o esquema explicativo, observar a reação da turma.

Recursos:
-Desenhos xerocopiados
- Lápis de cor, papel picado, giz de cera, etc.
- Gravuras sobre influência espiritual
- Prêmio: pirulitos, balas, bombons, etc.

Leitura recomendada:

- O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.XII, itens 1 a 4.

Colaboração: Carlinha, Evangelizadora do TE



Escrito por Júlio (Julim) às 08h28
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Tema TE (Adultos) dias 09 e 10 de janeiro de 2012.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
TERAPIA ESPIRITUAL – T. E.
ESTUDO EM GRUPO DO EVANGELHO
ROTEIRO 76 – Sugestão 02


A BENEFICÊNCIA

OBJETIVO:

Esclarecer aos participantes que a prática da beneficência nos permite tanto auxiliar o próximo como a nós mesmos, pois nos liberta do egoísmo e nos faz experimentar a felicidade máxima possível neste planeta.

DESENVOLVIMENTO:

O evangelizador poderá deixar escrito, no quadro, o significado da palavra beneficência, que segundo o dicionário Michaelis é: Ação de beneficiar; Virtude de fazer bem; Prática de obras de caridade ou filantropia; Auxílio.

A beneficência é a materialização do amor. Amor é a matéria-prima da vida.
Nesse mundo ainda tão cheio de desventura, quem não gostaria de ver o amor à sua frente? Quem não gostaria de sentir-lhe o sabor? Quem não se alegraria em poder tocar o amor ou mesmo ouvir-lhe a voz?
Essa materialização está ao alcance de todos nós.
Pode-se “sentir” o sabor do amor, quando ao pobre faminto é oferecido um prato de comida, temperado com generosidade.
Pode-se, ainda, “tocá-lo”, quando o irmão abandonado recebe o calor de uma mão amiga a afagá-lo, em momento de desesperança.
Pode-se, também, “ouvi-lo”, na melodiosa voz que acalma o coração do aflito, com palavras de esperança e consolo.
Como num passe de mágica, o amor se faz presente!!!
O maravilhoso nisso tudo é que essa magia não é privilégio de quem quer que seja, pois é dádiva concedida a cada um de nós. Basta ser gente! Basta ser filho de Deus!
Ler o Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XIII, item 11 e comentar em grupo.
Prece final.
CONCLUSÃO: A prática da beneficência pura e desinteressada nos leva a socorrer o irmão necessitado e nos liberta do egoísmo, tornando-nos felizes neste mundo. Constitui-se, por isso, em dever, tanto para com o nosso próximo como para nós mesmos.
MENSAGENS COMPLEMENTARES:
Exercício do Bem

“Mas ajuntai tesouros no Céu, onde nem a traça nem a
ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam e nem
roubam.”
Jesus (Mateus, 6: 20)

“Sede bons e caridosos: essa a chave dos céus, chave
que tendes em vossas mãos. Toda a eterna felicidade se contém
nesse preceito: Amai-vos
uns aos outros.”
(Cap. 13, Item 12)

Comumente inventamos toda a espécie de pretextos para recusar os deveres que nos constrangem ao exercício do bem.
Amolentados no reconforto e instalados egoisticamente em vantagens pessoais no imediatismo do mundo, não ignoramos que é preciso agir e servir na solidariedade humana, todavia, derramamos desculpas a rodo, escondendo teimosia e mascarando deserção.
Confessamo-nos incompetentes.
Alegamos cansaço.
Afirmamo-nos sem tempo.
Declaramo-nos enfermos.
Destacamos a necessidade da vigilância na contenção do vício.
Reclamamos cooperação.
Aqui e ali empregamos expressões crônicas que nos justifiquem a fuga, como sejam “muito difícil”, “impossível”, “melhor esperar”, “vamos ver” e ponderamos vagamente quanto aos arrependimentos que nos amarguram o coração e complicam a vida à face de sentimentos, idéias palavras e atos infelizes a que em outras ocasiões, nos precipitamos de maneira, impensada.
Na maioria das vezes, para o bem exigimos o atendimento a preceitos e cálculos, enquanto que para o mal apenas de raro em raro imaginamos conseqüências.
Entretanto, o conhecimento do bem para que o bem se realize é de tamanha importância que o apóstolo Tiago afirma, no versículo 17, do capítulo 4, de sua carta, no Evangelho “Todo aquele que sabe fazer o bem e não o fez comete falta. E dezenove séculos depois dele os instrutores desencarnados que supervisionaram a obra de Allan Kardec desenvolveram, o ensinamento ainda mais explicando na Questão 642 de “O LIVRO DOS ESPÍRITOS”: “Cumpre ao homem fazer o bem, no limite das suas forças, porquanto responderá pelo mal que resulte de não haver praticado o bem” .
O Espiritismo, dessa forma, definindo-se não apenas como sendo a religião da verdade e do amor, mas também da justiça e da responsabilidade, vem esclarecer-nos que responderemos, não só pelo mal que houvermos feito, mas igualmente pelo mal que decorra do nosso comodismo em não praticando o bem que nos cabe fazer.

LIVRO DA ESPERANÇA (pelo Espírito Emmanuel)

Sementeira e construção

  “Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois
lavoura de Deus e edifício de Deus.”
Paulo (I Coríntios, 3:9)

Asseverando Paulo a sua condição de cooperador de Deus e designando a lavoura e o edifício do Senhor nos seguidores e beneficiários do Evangelho que o cercavam, traçou o quadro espiritual que sempre existirá na Terra em aperfeiçoamento, entre os que conhecem e os que ignoram a verdade divina.
Se já recebemos da Boa Nova a lâmpada acesa para a nossa jornada, somos compulsoriamente considerados colaboradores do ministério de Jesus, competindo-nos a sementeira e a construção dele em todas as criaturas que nos partilham a estrada.
Conhecemos, pois, na essência, qual o serviço que a Revelação nos indica, logo nos aproximemos da luz cristã.
Se já guardamos a bênção do Mestre, cabe-nos restaurar o equilíbrio das correntes da vida, onde permanecemos, ajudando aos que se desajudam, enxergando algo para os que jazem cegos e ouvindo alguma coisa em proveito dos que permanecem surdos, a fim de que a obra do Reino Divino cresça, progrida e santifique toda a Terra.
O serviço é de plantação e edificação, reclamando esforço pessoal e boa vontade para com todos, porquanto, de conformidade com a própria simbologia do apóstolo, o vegetal pede tempo e carinho para desenvolver-se e a casa sólida não se ergue num dia.
Em toda parte, porém, vemos pedreiros que clamam contra o peso do tijolo e da areia e cultivadores que detestam as exigências de adubo e proteção à planta frágil.
O ensinamento do Evangelho, contudo, não deixa margem a qualquer dúvida.
Se já conheces os benefícios de Jesus, és colaborador dele, na vinha do mundo e na edificação do espírito humano para a Eternidade.
Avança na tarefa que te foi confiada e não temas. Se a fé representa a nossa coroa de luz, o trabalho em favor de todos é a nossa bênção de cada dia.

FONTE VIVA (pelo Espírito Emmanuel)

NÃO  RETARDES  O  BEM
Emmanuel
 
         A dádiva tem força de lei, em todos os domínios da Criação.
         A flor dá naturalmente do seu perfume, e o animal, em sistema de compulsória, oferece cooperação ao homem, através do suor em que se consome. A criatura generosa dá concurso fraterno, pelos recursos da caridade, sem esperar petição alguma, e o usurário desencarnado cede, constrangido pelos mecanismos da herança todas as posses que acumulou.
         Isso ocorre porque no fundo, todos os bens da vida pertencem a deus, que no-los empresta visando ao nosso próprio enriquecimento.
*
         Desenvolve, quanto possível, a tua capacidade de auxiliar,porquanto, no tamanho de teu sentimento, podes ser o amparo material, ainda que ligeiro, no labor da beneficência: a palavra que esclarece e consola no combate da luz contra o assalto das trevas; a presença amiga que insufla a esperança ou o braço acolhedor que sustenta o companheiro atormentado pela exaustão.
         Recorda,porém, que existe o momento perfeito de auxiliar, seja ele conhecido como sendo a ocasião da necessidade, a sugestão do trabalho, o propósito de ajudar ou o impulso da intuição
         Aproveita o ensejo de ser útil, com a inteligência de quem sabe que é preciso plantar hoje para colher amanhã.
         Para isso, no entanto, é imperioso te desfaças de todas as exigências. Não temas farpas de censura,em torno de tua dádiva, e nem taxes a tua bondade com impostos de gratidão.O amor não cobra pedágio seja a quem for que passe por ele recebendo serviço.
         Ajuda com alegria de quem se honra com a faculdade de acrescentar as alegrias de que Deus dotou o Universo; sobretudo, não permitas que a oportunidade de auxiliar se deteriore em suas mãos. A dádiva retardada tem gosto de recusa, tanto quanto a refeição inaproveitada fere o equilíbrio do paladar..
         Auxilia quanto, como onde e sempre que possas para o erguimento do bem comum. Não esperes que a desencarnação obrigue outros a distribuir aquilo que podes dar hoje, no amparo aos semelhantes, para a construção de tua própria felicidade, de vez que tudo aquilo que damos à vida, na pessoa do próximo, é justamente aquilo que a vida nos restitui.
 
Livro Estude e Viva, de Emmanuel e André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.

Colaboração: Lorena, Evangelizadora do TE.



Escrito por Júlio (Julim) às 08h23
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Tema TE (Adultos) dias 09 e 10 de janeiro de 2012.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
TERAPIA ESPIRITUAL – T.E.
E.S.E. - CAPÍTULO XIII – ITEN 11
Roteiro 76 - Sugestão 01

“A Beneficência.”


OBJETIVO: Esclarecer aos participantes que a prática da beneficência nos permite tanto auxiliar o próximo como a nós mesmos, pois nos liberta do egoísmo e nos faz experimentar a felicidade máxima possível neste planeta.

DESENVOLVIMENTO: 19:05 – Recepcionar os participantes, dar boas vidas aos novatos e assim que todos estiverem acomodados, pedir que  reflitam sobre a frase: “Fora da caridade não há salvação”. Qual o significado dela na sua vida?
19:20 – Depois que todos comentarem, distribuir cópias do texto (Anexo 1) para leitura e discussão.
19:40 - Apresentar a sugestão (anexo2) propondo ao grupo tentar adotar durante toda a semana uma atitude generosa para todas as circunstâncias vividas e relatar durante a próxima aula, como foi, se tiveram dificuldades, quais foram as dificuldades, etc.
 
ENCERRAMENTO: 19:50 -  Prece de encerramento, lembrando a todos a importância de se manter um clima de oração para melhor assimilação das energias do passe.

Conclusão: A prática da beneficência pura e desinteressada nos leva a ocorrer o irmão necessitado e nos liberta do egoísmo, tornando-nos felizes neste mundo. Constitui-se, por isso, em dever, tanto para com o nosso próximo como para nós mesmos.


Alguns benefícios da prática da caridade desinteressada:
Convívio com Espíritos elevados
Conquista de novos afetos
Renovação íntima e muitos outros...

(Anexo 1)
O valor do serviço

Filipe, velho pescador de Cafarnaum, enlevado com as explanações de Jesus sobre um texto de Isaías, passou a comentar a diferença entre os justos e injustos, de maneira a destacar o valor da santidade na Terra.
O Mestre ouviu calmamente, e, talvez para prevenir os excessos de opinião, narrou, com bondade:
— Certo fariseu, de vida irrepreensível, atingiu posição de imenso respeito público. Passava dias inteiros no Templo, entre orações e jejuns incessantes. Conhecia a Lei como ninguém.
Desde Moisés aos últimos Profetas, decorara os mais importantes textos da Revelação.
Se passava nas ruas, era tão grande a estima de que se fizera credor, que as próprias crianças
se curvavam, reverentes. Consagrara-se ao Santo dos Santos e fazia vida perfeita entre os pecadores da época. Alimentava-se frugalmente, vestia túnica sem mancha e abstinha-se de falar com toda pessoa considerada impura.
Acontece, todavia, que, havendo grande peste em cidade próxima de Jerusalém, um Anjo do Senhor desceu, prestimoso, a socorrer necessitados e doentes, em nome da Divina Providência.
Necessitava, porém, das mãos diligentes de um homem, através das quais pudesse trabalhar, apressado, em benefício de enfermos e sofredores.
Lembrou-se de recorrer ao santo fariseu, conhecido na Corte Celeste por seus reiterados votos de perfeição espiritual, mas o devoto se achava tão profundamente mergulhado em suas contemplações de pureza que não lhe sobrava o mínimo espaço interior para entender qualquer pensamento de socorro às vítimas da epidemia.
Como cooperar com o emissário divino, nesse setor, se evitava o menor contacto com o mundo vulgar, classificado, em sua mente, como vale da imundície?
O Anjo insistia no chamamento; contudo, a peste era exigente e não admitia delongas.
O mensageiro afastou-se e recorreu a outras pessoas amantes da Lei. Nenhuma, entretanto, se julgava habilitada a contribuir.
Ninguém desejava arriscar-se.
Instado pelas reclamações do serviço, o Enviado de Cima encontrou antigo criminoso que mantinha o propósito de regenerar-se. Através dos fios invisíveis do pensamento, convidou-o a segui-lo; e o velho ladrão, sinceramente transformado, não hesitou. Obedeceu ao doce constrangimento e votou-se sem demora, com a espontaneidade da cooperação robusta e legítima,
ao ministério do socorro e da salvação.
Enterrou cadáveres insepultos, improvisou remédios adequados à situação, semeou o bom ânimo, aliviou os aflitos, renovou a coragem dos enfermos, libertou inúmeras criancinhas ameaçadas pelo mal, criou serviços de consolação e esperança e, com isso, conquistou sólidas amizades no Céu, adiantando-se de surpreendente maneira, no caminho do Paraíso.
Os presentes registraram a pequena história, entre a admiração e o desapontamento e, porque ninguém interferisse, o Senhor comentou, em seguida a longo intervalo:
— A virtude é sempre grande e venerável, mas não há de cristalizar-se à maneira de jóia rara sem proveito. Se o amor cobre a multidão dos pecados, o serviço santificante que nele se inspira pode dar aos pecadores convertidos ao bem a companhia dos anjos, antes que os justos
ociosos possam desfrutar o celeste convívio.
E reparando que os ouvintes se retraíram no grande silêncio, o Senhor encerrou o culto doméstico da Boa Nova, a fim de que o repouso trouxesse aos companheiros multiplicadas bênçãos de paz e meditação, sob o firmamento pontilhado de luz.

(Anexo2)

Tome uma atitude Generosa

Tudo na natureza é espontaneamente generoso. Podemos ser generosos na ação, no sentimento e no pensamento. Quando agimos generosamente, partimos de uma consciência de prosperidade e abundância , na qual a ênfase está na qualidade e não na quantidade. Quando sentimos generosamente, nossa doação é espontânea e invisível. Quando pensamos generosamente compreendemos que a alegria de dar e a capacidade plena de receber são partes de uma única dádiva.

 

Sugestões práticas para uma atitude generosa:

Veja se há algo que você pode dar a alguém que o fará feliz
Perceba o que você recebeu generosamente de alguém e agradeça com o coração.

Receba com alegria as dádivas da vida refletidas em um dia de sol, no canto de um pássaro, no ar que você respira, etc.

Agradeça, agradeça, agradeça. A gratidão é como um combustível que alimenta o poder de generosidade dentro de nós.

Pratique o ato de dar sem exigir nada em troca; isso o levará a descobrir como funciona a Lei de amor.

Colaboração: Marcélio, Evangelizador do TE.



Escrito por Júlio (Julim) às 08h21
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Escrito por Júlio (Julim) às 18h37
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Escrito por Júlio (Julim) às 22h22
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Tema TE (Adultos) dias 02 e 03 de janeiro de 2012.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
TERAPIA ESPIRITUAL – T. E.
ESTUDO EM GRUPO DO EVANGELHO
ROTEIRO 75

CARIDADE MATERIAL E MORAL
"Os pobres que buscamos podem morar perto ou longe de nós. Podem ser material ou espiritualmente pobres. Podem estar famintos de pão ou de amizade. Podem precisar de roupas ou do senso de riqueza que o amor de Deus representa para eles. Podem precisar do abrigo de uma casa feita de tijolos e cimento ou da confiança de possuírem um lugar em nossos corações." MADRE TEREZA DE CALCUTÁ
OBJETIVO: Esclarecer aos participantes que a caridade pode ser vista sob os aspectos material e moral, destacando o valor da caridade moral e exemplificando as principais maneiras de praticá-la.
DESENVOLVIMENTO: Pode-se distribuir um resumo da história do grupo Missionárias da Caridade, liderado por Madre Teresa de Calcutá, procurando relacionar a caridade, mostrada no texto, com as seguintes passagens bíblicas:
1. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito” (Rom. 12: 2)
2. “Não ajunteis para vós tesouros na Terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntei para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem e os ladrões não furtam nem roubam. Porque onde está o seu tesouro, lá também está o seu coração” (Mat. 6:19-20)
3. “Vinde, benditos de meu pai, tomai posse do reino que vos está preparado (...), porque tive fome e me deste de comer; tive sede e me deste de beber; era peregrino e me acolheste; nu, e me vestistes; enfermo e me visitaste; estava na prisão e viestes a mim. Perguntar-lhe-ão, o justos: Senhor quando foi que te fizemos estas coisas? Responderá o Rei: Em verdade, eu vos declaro, todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes”.(Mat. 25:34-40)
4. “Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós, se faça vosso servo”. (Mat. 20:26)
5.  “Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria”. (I Cor. Cap. 13, v. 3).

TEXTO DE APOIO:
MISSIONÁRIAS DA CARIDADE
MADRE TEREZA DE CALCUTÁ

 
"Não tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa. Ainda criança, Agnes Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e já ajudava os pobres em sua própria casa.
"Aos pés da Virgem de Letnice, escutei um dia o chamado Divino que me convencia de servir a Deus", disse muitos anos depois a Madre, quando confessou descobrir a intensidade do chamado graças "a uma grande alegria interior". Aos 18 anos, mudou-se para a Irlanda, onde se ficava o Instituto da Beata Virgem.
O seu sonho era o trabalho missionário junto dos pobres. Por isso, ao fim de poucos meses de estadia na Irlanda, Agnes partiu para Índia.
Entre os 18 de 38 anos, era religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora no colégio Santa Maria, o único para meninas católicas em Calcutá. Logo começou a ensinar no colégio de Entally, freqüentado por garotas pobres. As alunas estimavam a religiosa porque era uma excelente professora. Havia muito humanismo nas suas palavras e atitudes.
O momento crucial para a sua vida, quando se converteria em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá.
Irmã Tereza pensava nos pobres de Calcutá, que todas as noites morrem pelas ruas e que na manhã seguinte, são lançados para o carro da limpeza como se fossem lixo. Ela não conseguia habituar-se a esse terrível espetáculo de pessoas esqueléticas morrendo de fome ou pedindo esmola pelas ruas.
Com a autorização de seus superiores, abandonou o hábito da Congregação de Loreto e comprou um sari branco, debruado de azul. Colocou-lhe no ombro uma pequena cruz. Seria este o seu novo hábito, o vestido de uma modesta mulher indiana.
Com o alfabeto a irmã dava lições de higiene e de moral. Depois ia de abrigo em abrigo levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho. Mas, uma outra benção de Deus foram as vocações que começaram a surgir, precisamente entre as suas antigas alunas.
Madre Tereza conta assim o início da congregação:
"Uma a uma, vi chegar jovens que tinham sido minhas alunas. Vinham com o desejo de dar tudo a Deus e tinham pressa em fazê-lo. Despojavam-se, com íntima satisfação, dos seus saris luxuosos para revestir-se do nosso humilde sari de algodão.
Vinham sabendo que se tratava de algo difícil. Quando uma filha das velhas castas se coloca ao serviço dos excluídos, trata-se de uma revolução. A maior. A mais difícil de todas: a revolução do amor!
Abrimos escolas enquanto continuávamos a visita aos bairros de lata. O primeiro trabalho com os doentes e moribundos recolhidos na rua era lavar-lhes o rosto e o corpo. A maior parte não conhecia sequer o sabão e a espuma metia-lhes medo. Se as Irmãs não vissem nestes infelizes o rosto de Cristo, o trabalho tornar-se-lhes-ia impossível.
A lista dos bens das Irmãs é pequena. Assim, com o colchão enrolado debaixo do braço e as restantes coisas colocadas no balde, a Irmã que viaja leva todos os bens consigo.”
Gradualmente, outras mulheres se juntaram ao movimento, de modo que, em 1950, recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres.
Ao falar da vida comunitária, Madre Teresa sublinhava sempre a necessidade de viver o "novo mandamento" do Senhor, de nos amarmos uns aos outros (cf. Jo 13, 34). Ela mesma oferecia sempre um exemplo luminoso de "disponibilidade para o serviço sem regatear energias: prontidão no acolhimento do outro tal como é, sem julgá-lo (cf. Mt 7, 1-2), capacidade de perdoar inclusive "setenta vezes sete" (Mt 18, 22).
Em 1979 recebe o Prêmio Nobel da Paz. Neste mesmo ano, é recebida por João Paulo II e se converte, sem nunca ter estudado diplomacia, na melhor "embaixadora" do Papa em todas as nações, fóruns e assembléias do universo.
Morreu em 1997,com 87 anos, mas o seu trabalho missionário continua através da irmã Nirmala, eleita como sua sucessora. Hoje a sua Congregação reúne 3 mil freiras e 400 irmãos, em 87 países, dando apoio aos mais necessitados em cerca de 160 cidades.
 

É interessante mostrar a caridade como algo maior do que a simples entrega de bens, pois Jesus nos conclama a vivenciar o amor em cada doação que fazemos, quer seja de coisas materiais, quer seja daquilo que há de melhor em nós mesmos.
Proceder à leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo e discussão em grupo.

Prece final.
CONCLUSÃO: A caridade não consiste apenas na doação de bens materiais. Uma prece por quem sofre, um gesto de consolo, um sorriso de esperança, são aspectos morais da caridade, que não têm preço.
MENSAGENS COMPLEMENTARES: 

Aproveite o Ensejo
Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal mais imediata. É aquele que ainda luta por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio peito.
Não é o irmão cheio de entendimento evangélico que reclama suas atenções inadiáveis. É aquele que ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do campo do coração.
Não é o amigo que marcha em paz, na senda do bem, quem solicita seu cuidado insistente. É aquele que se perdeu no cipoal da discórdia e da incompreensão, sem forças para tornar ao caminho reto.
Não é a criatura que respira no trabalho normal que requisita socorro urgente. É aquela que não teve suficiente recurso para vencer as circunstâncias constrangedoras da experiência humana e se precipitou na zona escura do desequilíbrio.
É muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É indiscutível, porém, a realidade de que, no momento, o seu lugar de servir e aprender, ajudar e amar, é na Terra mesmo.
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB.


PROPRIEDADES
Emmanuel
 
 “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. - JESUS - MATEUS, 6: 21.
 
“O homem só possuí em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo.” - Cap.16; 9.
 
Em tudo o que se refira à propriedade, enumera, acima de tudo, aquelas que partilhas, por dons inexprimíveis da Infinita Bondade, e que, por se haverem incorporado tranqüilamente ao teu modo de ser, quase sempre delas não fazes conta.
Diariamente, recolhes, com absoluta Indiferença, as cintilações da coroa solar a se derramarem, por forças divinas, no regaço da terra, transfigurando-se em calor e pão, no entanto, basta pequeno rebanho de nuvens na atmosfera para que te revoltes contra o frio.
Dispões das águas circulantes que, em mananciais e poços, rios e chuvas, te felicitam a existência, sem que te lembres disso, e, ante o breve empecilho do encanamento no recinto doméstico, entregas-te sem defesa a pensamentos de irritação.
Flores aos milhares, na estrada e no campo, convidam-te a meditar na grandeza da Inteligência Divina, conversando contigo pelo idioma particular do perfume e, em muitas circunstâncias, não hesitas esfacelá-las sob os pés, deitando reclamações se pequenino seixo te penetra o sapato.
Correntes aéreas trazem de longe princípios nutrientes, sustentando-te a vida e lhes consomes as energias, à feição da criança que se rejubila inconsciente e feliz no seio materno e se o vento agita leve camada de pó, costumas acusar desagrado e intemperança.
Possuis no corpo todo um castelo de faculdades prodigiosas que te enseja pelas ogivas dos sentidos a contemplação e a análise do Universo,permitindo-te ver e ouvir, falar e orientar, aprender e discernir, sem que lhe percebas, do pronto, o ilimitado valor, e dificilmente deixas de clamar contra os excedentes que assinalas no caminho dos semelhantes, sem refletir nos aborrecimentos e nas provas que a posse efêmera disso ou daquilo lhes acarreta à existência.
Não invejes a propriedade transitória dos outros.
Ignoras porque motivo a fortuna amoedada lhes aumenta a responsabilidade e requeima a cabeça.
Sobretudo, nunca relaciones a ausência do supérfluo.
Considera os talentos imperecíveis que já reténs na intimidade da própria alma e lembra-te de que transportas no coração e nas mãos os recursos inefáveis de estender, infinitamente, os tesouros do trabalho e as riquezas do amor.
 
Extraído do livro "O Livro da Esperança" - Psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

Colaboração: Lorena, Evangelizadora do TE.



Escrito por Júlio (Julim) às 22h00
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A força dos nossos pés

A força dos nossos pés

Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão dentro de mim, que poderia caminhar por ti.
Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.
Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais te cansarias da caminhada. Nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar. Isso seria eternamente minha responsabilidade.
E foi assim durante um bom tempo. Caminhei por ti e para ti.
Então, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias.
Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus e, quando eu menos esperava, eles escorregaram e alcançaram o solo.
Hoje sou obrigado a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só consigo raríssimas vezes.
Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e, em certos momentos, teus passos são tão largos que quase não posso acompanhá-los.
Atualmente assisto aos teus tropeços sempre pronto a levantar-te das tuas quedas.
Por vezes, tu me estendes as mãos em busca de socorro.
Outras, mesmo estando estirado ao chão e ferido, insistes em levantares sozinho para me provar que já és capaz de te erguer, após teus tombos e curares as próprias feridas.
Assim vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para te conduzir, pois era bem mais fácil suportar teu peso sobre meus pés do que sobre o meu coração.
No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.
Percebo, finalmente, que em algum momento tu precisarias mesmo desbravar teus caminhos independente de mim.
Como eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus, os dos teus filhos.
Claro que não é uma tarefa fácil. Mas se eu consegui, tu também conseguirás porque plantei em teu coração o melhor e mais poderoso aditivo para que suportes tanto peso: o amor.
* * *
Os filhos são, sem dúvida, um empréstimo Divino.
Com eles aprendemos a lição maior do amor incondicional. Tornamos-nos habilidosos em corrigir nossos piores defeitos e multiplicar os melhores sentimentos.
Se hoje eles estão ao nosso lado, façamos por eles o melhor que pudermos pois, com certeza, logo chegará o tempo em que eles não mais estarão tão próximos.
Quando pequenos, toda a felicidade deles depende dos pais e é realmente doloroso o momento em que constatamos que haverá o tempo em que não mais precisaremos carregá-los e nem guiar os seus passos.
Então preparemos o seu caminho.
Através do amor, ofereçamos a eles toda a bagagem necessária para que possam seguir em frente com força e segurança.
Que eles carreguem a certeza de que, mesmo estando fisicamente distantes, estaremos sempre ao seu lado.
 
Redação do Momento Espírita,com base em mensagem,
de autoria desconhecida.
Em 26.12.2011.


Escrito por Márcia às 17h17
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Teme do TE (Infância e Jovens) para o dia 02/01/12

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
COORDENAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL – C. A. E.
TERAPIA ESPIRITUAL – T. E. (INFÂNCIA E JOVENS)
ROTEIRO 01/2012

Tema: Jesus como Modelo

Objetivo: Apresentar Jesus, demonstrando que seus ensinamentos são o roteiro seguro para nossa melhoria moral.

Desenvolvimento:
- Através de transparências ou exibição em data show, apresentar às crianças imagens de pessoas que estão na mídia, pedindo que escolham a qual delas quereriam ser iguais. Permitir que as crianças comentem livremente, evitando qualquer gesto de censura. Anotar os nomes das personalidades escolhidas em papel metro.
- Estimular a turma a dizer por que cada um admira esta ou aquela personalidade. Anotar em outra folha de papel metro com letras grandes.
- Usando o mesmo recurso visual, apresentar cenas de filmes que retratem a vida de Jesus, intercalando com imagens de pessoas comuns em exercício da caridade.
- Pedir que digam de quem é a imagem exibida, anotar em papel metro (letras grandes). Solicitar que digam as coisas que aprenderam com Jesus e anotar em outra folha.
- Ler as duas listas e pedir que comparem. Dar um tempo para que a turminha reflita, sempre comparando os valores passados pelos artistas admirados e por Jesus.
- Pedir que se levantem e se coloquem de frente ao papel onde tem o nome daquele que considerem servir como modelo de amor à humanidade.
- Apresentar em fichas de papel ofício os nomes de virtudes ensinadas por Jesus e figuras que eles escolherão como símbolo de cada uma dessas virtudes. Ex. uma flor simbolizará a paz. Feita a associação entre símbolos e palavras, cada criança escolherá como crachá a figura que simbolize a virtude que ela precisa aprender com Jesus.

Avaliação:
- No momento da escolha dos símbolos, a evangelizadora perceberá a assimilação da mensagem.

Recursos:
- Imagens
- Retroprojetor ou data show
- Papel metro e marcador permanente
- Figuras xerocopiadas
- Cordão ou fita adesiva (para os crachás)

Leitura recomendada:
- O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. II, itens 1 a 3.

Colaboração: Carlinha.



Escrito por Júlio (Julim) às 21h17
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Coral Canto de Paz



Escrito por Júlio (Julim) às 00h39
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Tema TE (Adultos) dias 12 e 13 de dezembro de 2011.

CENTRO ESPÍRITA ANTÔNIO CRUZ – CEAC
TERAPIA ESPIRITUAL – T.E.
E.S.E. - CAPÍTULO XIII – ITEN 5 e 6
Roteiro 72 – Sugestão 02

“O óbolo da viúva.”


OBJETIVO: Velar os participantes a refletir sobre os recursos verdadeiramente necessários à prática da caridade, incentivando-os a identificar os meios de que dispõem para atender os irmãos necessitados.

DESENVOLVIMENTO: 19:05 – Recepcionar os participantes e dividi-los em dois grupos. Cada grupo deverá estabelecer um campo de necessidades para atuação. Como chegarão a esse campo? Ouvindo todos do mesmo grupo em relação às necessidades percebidas no seu cotidiano. (crianças ou idosos abandonados, doentes, etc.)
Após a definição da (necessidade), um membro de cada grupo será escolhido para apresentá-la ao outro grupo do qual, a partir desse momento, fará parte - estabelecendo um meio de ação para combate.
Assim que terminarem, cada grupo deverá apresentar a solução encontrada. (Quais os responsáveis pela execução da tarefa? – De que forma será feita? – Quantas vezes? – Com que objetivo?- Etc.)

19:35 – O monitor fará um breve momento de reflexão, pedindo a todos que pensem sobre as perguntas a seguir:

Todo aquele que sinceramente deseja ser útil a seus irmãos encontrará meios de o ser?
É preciso procurarmos muito por necessitados que nos pedem socorro?
Será que realmente nos falta recursos para agimos em favor de alguém?
Será que não dispomos de tempo, trabalho ou mesmo disposição, que não possa dedicar em favor de alguém?

ENCERRAMENTO: 19:50 -  Encerrar com a leitura do anexo 1, mostrando a todos a importância da caridade nas nossas vidas e as várias maneiras de se fazer segundo Jesus nos ensinou.


Conclusão: Todos somos chamados e sempre dispomos de meios para servir ao nosso próximo. O mérito da nossa ajuda, entretanto, não tem qualquer relação com o seu valor material, mas com a generosidade e o desprendimento que acompanham o gesto.


Alguns benefícios da prática da caridade desinteressada:
Convívio com Espíritos elevados
Conquista de novos afetos
Renovação íntima e muitos outros...
(Anexo 1)
A regra de ajudar

João, no age da curiosidade juvenil, compreendendo que se achava à frente de novos métodos
de viver, tal a grandeza com que o Evangelho transparecia dos ensinamentos do Senhor, perguntou a Jesus qual a maneira mais digna de se portar o aprendiz, diante do próximo, no sentido de ajudar aos semelhantes, ao que o Amigo Divino respondeu, com voz clara e firme: — João, se procuras uma regra de auxiliar os outros, beneficiando a ti mesmo, não te esqueças de amar o companheiro de jornada terrestre, tanto quanto desejas ser querido e amparado por ele.
A pretexto de cultivar a verdade, não transformes a própria existência numa batalha em que teus pés atravessem o mundo, qual furioso combatente no deserto; recorda que a maioria dos enfermos conhece, de algum modo, a moléstia que lhes é própria, reclamando amizade e entendimento, acima da medicação.
Lembra-te de que não há corações na Terra, sem problemas difíceis a resolver; em razão disso, aprende a cortesia fraternal para com todos.
Acolhe o irmão do caminho, não somente com a saudação recomendada pelos imperativos da polidez, mas também com o calor do teu sincero propósito de servir.
Fixa nos olhos as pessoas que te dirigirem a palavra, testemunhando-lhes carinhoso interesse, e guarda sempre a posição de ouvinte delicado e atencioso; não levantes demasiadamente a voz, porque a segurança e a serenidade com que os mais graves assuntos devem ser tratados não dependem de ruído.
Abstém-te das conversações improfícuas; o comentário menos digno é sempre invasão delituosa em questões pessoais.
Louva quem trabalha e, ainda mesmo diante dos maus e dos ociosos, procura exaltar o bem que são suscetíveis de produzir.
Foge ao pessimismo, guardando embora a prudência indispensável perante as criaturas arrojadas em negócios respeitáveis, mas passageiros, do mundo; a tristeza improdutiva, que apenas sabe lastimar-se, nunca foi útil à Humanidade, necessitada de bom ânimo.
Usa, cotidianamente, a chave luminosa do sorriso fraterno; com o gesto espontâneo de bondade, podemos sustar muitos crimes e apagar muitos males.
Faze o possível por ser pontual; não deixes o companheiro à tua espera, a fim de que te não seja atribuída uma falsa importância.
Agradece todos os benefícios da estrada, respeitando os grandes e os pequenos; se o Sol aquece a vida, é a semente de trigo que fornece o pão.
Deixa que as águas vivas e invisíveis do Amor, que procedem de Deus, Nosso Pai, atravessem o teu coração, em favor do círculo de luta em que vives; o Amor é a força divina que engrandece a vida e confere poder.
Façamos, sobretudo, o melhor que pudermos, na felicidade e na elevação de todos os que nos cercam, não somente aqui, mas em qualquer parte, não apenas hoje, mas sempre.
Silenciou o Cristo e, assinalando a beleza do programa exposto, o jovem apóstolo inquiriu respeitosamente:
— Senhor, como conseguirei executar tão expressivos ensinamentos?
O Mestre respondeu, resoluto:
— A boa-vontade é nosso recurso de cada hora.
E, afagando os cabelos do discípulo inquieto, encerrou as preces da noite.

Colaboração: Marcélio, Evangelizador do TE



Escrito por Júlio (Julim) às 13h59
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